
João Nacif é filho de professora. Sua mãe, Elcy Belloti Nacif, lecionou por 33 anos! Em vista disso, ele conheceu de perto a rotina de uma educadora, seus prazeres e alegrias, dificuldades e mazelas. Aprendeu, desde cedo, a conviver com as regras e os ensinamentos da classe da Educação, um dos pilares do desenvolvimento da sociedade.
Na verdade, a importância do educador para uma nação é fato notório para os que atuam nos mais diversos setores. Basta que se tenha em mente uma verdade simples: a de que todos os profissionais – de quaisquer áreas – necessitaram, desde os primórdios, da figura e dos ensinamentos do mestre. Realmente, do advogado ao astronauta, nenhuma carreira se fez – em qualquer tempo, em qualquer civilização – sem a base da escola e de seu mentor.
Entretanto, mesmo com tudo isso, a classe do Magistério não tem recebido o devido valor, quer em remuneração, quer em reconhecimento. Ora, essa é uma realidade paradoxal, pois a sociedade é a maior beneficiária do trabalho educacional, sem o qual todas as estruturas ficam comprometidas. Por vezes, é por falhas no sistema de educação que ocorrem a evasão escolar e o desinteresse pela busca de uma carreira. E tudo isso pode resultar, em muitos casos, em marginalização e aumento da criminalidade.
Há séculos os chineses já diziam: “Se os teus projetos forem para um ano, semeia o grão. Se forem para dez anos, planta uma árvore. Se forem para cem anos, educa o povo”. E é com base nisso que uma plataforma de governo deve privilegiar o âmbito da Educação, conferindo-lhe políticas públicas capazes de manterem a engrenagem do processo ensino-aprendizagem. O resultado – em curto, médio ou longo prazo – deverá trazer, em menor ou maior escala, avanços consideráveis para uma nação.
Reitere-se que, apesar de serem essas verdades já sabidas por todos, a classe dos professores vem sofrendo muito com sérias dificuldades, quer no campo financeiro, quer na dificuldade de viabilização pedagógica. Há grande carência de recursos e, no acúmulo de tantos déficits, muitos reflexos negativos vêm sendo observados.
Por tudo isso, João Nacif pretende apoiar irrestritamente a classe, na busca de resolução para os grandes problemas que a afligem. Afinal, é preciso ter em foco que a escola é, sem qualquer demagogia, a extensão mais próxima da família, a continuidade da celula-mater, o primeiro núcleo social de decisiva importância.
P.S.: Se você é professor(a), por gentileza, deixe aqui suas reivindicações, pois o candidato as registrará, a fim de que – uma vez na ALERJ – possa trabalhar para atendê-las.
Na verdade, a importância do educador para uma nação é fato notório para os que atuam nos mais diversos setores. Basta que se tenha em mente uma verdade simples: a de que todos os profissionais – de quaisquer áreas – necessitaram, desde os primórdios, da figura e dos ensinamentos do mestre. Realmente, do advogado ao astronauta, nenhuma carreira se fez – em qualquer tempo, em qualquer civilização – sem a base da escola e de seu mentor.
Entretanto, mesmo com tudo isso, a classe do Magistério não tem recebido o devido valor, quer em remuneração, quer em reconhecimento. Ora, essa é uma realidade paradoxal, pois a sociedade é a maior beneficiária do trabalho educacional, sem o qual todas as estruturas ficam comprometidas. Por vezes, é por falhas no sistema de educação que ocorrem a evasão escolar e o desinteresse pela busca de uma carreira. E tudo isso pode resultar, em muitos casos, em marginalização e aumento da criminalidade.
Há séculos os chineses já diziam: “Se os teus projetos forem para um ano, semeia o grão. Se forem para dez anos, planta uma árvore. Se forem para cem anos, educa o povo”. E é com base nisso que uma plataforma de governo deve privilegiar o âmbito da Educação, conferindo-lhe políticas públicas capazes de manterem a engrenagem do processo ensino-aprendizagem. O resultado – em curto, médio ou longo prazo – deverá trazer, em menor ou maior escala, avanços consideráveis para uma nação.
Reitere-se que, apesar de serem essas verdades já sabidas por todos, a classe dos professores vem sofrendo muito com sérias dificuldades, quer no campo financeiro, quer na dificuldade de viabilização pedagógica. Há grande carência de recursos e, no acúmulo de tantos déficits, muitos reflexos negativos vêm sendo observados.
Por tudo isso, João Nacif pretende apoiar irrestritamente a classe, na busca de resolução para os grandes problemas que a afligem. Afinal, é preciso ter em foco que a escola é, sem qualquer demagogia, a extensão mais próxima da família, a continuidade da celula-mater, o primeiro núcleo social de decisiva importância.
P.S.: Se você é professor(a), por gentileza, deixe aqui suas reivindicações, pois o candidato as registrará, a fim de que – uma vez na ALERJ – possa trabalhar para atendê-las.
Sou professora e faço do meu ofício quase a minha religião. Não tenho filhos, e meus alunos são a minha própria família! Por isso, gostei de saber que o candidato João Nacif conhece, de seu próprio lar, um exemplo da missão de educar. Acredito que alguém com essa visão e vivência possa mesmo compreender as necessidades da desassistida categoria do magistério. Contamos com um apoio assim!
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